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| Reajuste salarial para professores da educação básica em Goiás é de 7% |
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Reajuste salarial para professores da educação básica, negociado em convenções coletivas pelo Sindicato dos Professores do Estado de Goiás (Sinpro-GO), com dois sindicatos patronais, tanto da capital quanto do interior, é de 7%. Embora menor do que foi reivindicado (10%), o índice, com data-base em 1º de maio, é bastante significativo, considerando a inflação relativamente baixa.
Nesse índice de 7% de reajuste estão incorporados 5,49% de variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo IBGE no período de 1º de maio de 2009 a 30 de abril de 2010, acrescido de 1,51%. Esse índice acordado representa 27,5% de acréscimo, acima da inflação. O piso salarial (hora-aula) da educação básica, na base territorial do Sinpro-GO, no interior de Goiás, agora é de R$ 5,90, com um reajuste de 9,26%. Isso significa que, para 20 horas aula, o piso passou para R$ 619,00. Para a capital, o reajuste foi de 5,95%. As negociações com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Goiás (Sinepe) concluíram-se dia 13 de maio de 2010; no dia seguinte, com o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Goiânia (Sepe).
O processo negocial de convenção coletiva com o Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Educação Superior em Goiás (Semesg), que se arrasta desde o ano de 2009, foi o motivo de uma audiência de conciliação no Ministério Público do Trabalho, em Goiânia. Dessa reunião, resultou uma proposta que, entre outras cláusulas, inclui reajuste salarial de 5,83%, aplicados sobre os valores devidos em abril de 2009. O Sinpro-GO concordou o resultado da mediação do MP; o Semesg, por sua vez, ficou de apresentá-la à assembléia patronal, então marcada par dia 14 de maio. O compromisso foi o de levar resposta à nova audiência, marcada para dia 17 de maio, segunda-feira.
Acordo PUC-Goiás As negociações do Acordo Coletivo com a Universidade Católica estão em andamento, mas o índice proposto pela Reitoria, muito abaixo do que é reivindicado, foi considerado pela representação docente como insuficiente.
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